O Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra está entre as 42 unidades prisionais de Mato Grosso abrangidas pela Operação Muralha, deflagrada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) na manhã desta segunda-feira (26). A ação tem como objetivo reforçar a segurança no sistema penitenciário e localizar materiais ilícitos no interior dos estabelecimentos penais.
Conforme a Sejus-MT, a operação começou às 6h e é realizada simultaneamente em todo o estado, por meio de revistas e procedimentos de busca e apreensão conduzidos por policiais penais. Entre os materiais procurados estão aparelhos celulares, entorpecentes e outros objetos cuja presença é proibida nas unidades prisionais.
A realização simultânea das buscas busca impedir a transferência de materiais ilícitos entre unidades e reduzir a possibilidade de comunicação antecipada sobre os procedimentos de fiscalização.
A operação conta com policiais penais mobilizados em jornada extraordinária voluntária. Na região da Capital, há ainda o apoio de equipes especializadas, incluindo o Grupo de Intervenção Rápida (GIR), o Serviço de Operações Especiais (SOE) e o Canil da Polícia Penal.
Segundo a Secretaria de Justiça, a presença de objetos proibidos nos presídios pode comprometer a segurança de servidores e pessoas privadas de liberdade, além de facilitar a continuidade de atividades criminosas a partir do ambiente prisional.
O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado, afirmou que a atuação coordenada busca ampliar a fiscalização, fortalecer a disciplina e dificultar a circulação de materiais ilícitos dentro do sistema penitenciário.
Até a divulgação das informações oficiais consultadas, não haviam sido detalhados os resultados específicos da operação no Centro de Detenção Provisória de Tangará da Serra, como eventuais apreensões ou a quantidade de materiais encontrados na unidade.
A Operação Muralha integra as estratégias estaduais de reforço da segurança e do controle nas unidades prisionais de Mato Grosso.
Fonte: Tangará em Foco







