O amor de mãe e a busca incansável por respostas conduzem o enredo central do próximo folhetim das 18h da TV Globo. Na história, a luta diária de uma mulher para criar seus herdeiros ganha novos contornos quando ela decide confrontar o passado e desvendar o paradeiro do companheiro desaparecido.
O mistério que assombra a família Madeira
Na fictícia cidade de Lavra Seca, a pequena produtora rural Rosenda Madeira (Dira Paes) sustenta uma rotina árdua como arrendatária nas terras de Almerindo Mourão (Mateus Solano). O fazendeiro nutre uma paixão declarada pela sertaneja, mas não é correspondido: ela ainda preserva a esperança de rever Severino (Daniel de Oliveira), seu marido.
Severino partiu rumo a São Paulo há mais de uma década e meia e nunca mais deu notícias. Sentindo o vazio da ausência com os filhos já criados, a matriarca resolve tomar uma atitude drástica: viajar até a capital paulista para rastrear os passos do homem com quem construiu sua história.
Quem são os cinco filhos de Rosenda?
A ausência paterna moldou a personalidade de cada um dos descendentes da protagonista, gerando laços fortes, mas também conflitos internos:
Maria Lina (Arianne Botelho): Considerada a mais parecida com a mãe em fibra e coragem, cuida de um rebanho de cabras, não teme invasores e compartilha o desejo de reencontrar Severino. Na jornada, apaixona-se por Raimundo Gerardo (Danilo Mesquita), braço direito de Almerindo, e abraça causas socioambientais locais.
Damaso (Miguel Rômulo): O filho mais velho assumiu responsabilidades precocemente para manter a casa. Excelente vaqueiro, carrega uma mágoa profunda do abandono paterno, ferida que começará a cicatrizar ao se aproximar de Socorro (Lucy Alves).
Brícia (Jessica Marques): Adotada na infância por Rosenda, atua como professora e administra o orçamento do lar. O afeto explícito da mãe adotiva, no entanto, desperta pontas de ciúmes entre os irmãos.
Dodô (Vicenthe Delgado) e Águeda (Carol Pinheiro): O rapaz, introspectivo, canaliza sentimentos modelando peças em barro e argila, enquanto a caçula passa pela fase da adolescência com forte temperamento. A rotina doméstica conta ainda com a companhia do cãozinho Pirata.
Produção aposta na força das relações afetivas
Escrita por Mario Teixeira sob direção artística de Allan Fiterman, a produção que entra no lugar de A Nobreza do Amor coloca os dilemas sertanejos e a força comunitária em primeiro plano, mesclando superação, romance e o reencontro com a própria identidade.
Fonte: Entreterimento







