Secom-MT
A SES orienta que, aos primeiros sintomas, é preciso buscar atendimento médico com urgência
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A SES orienta que, aos primeiros sintomas, é preciso buscar atendimento médico com urgência
VANESSA MORENO
DO REPORTÉR MT
Mato Grosso teve 147 casos confirmados de Mpox entre 2022 e 2024. Dos mais recentes, registrados em 2024, 17 são moradores de Cuiabá, um de Várzea Grande, um de Juína e um de Lucas do Rio Verde. Apenas uma pessoa, moradora de Campo Verde, morreu da doença, em 2022.
Ainda não há nenhum caso confirmado em 2025.
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De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), o maior número de pessoas com Mpox foi registrado em 2022, com 123 casos. Em 2023 foram apenas 4 casos e em 2024 foram 20.
A Mpox é uma doença viral transmitida de pessoa para pessoa, através de contatos como beijo, abraço ou relação sexual, secreções infectadas das vias respiratórias, feridas e compartilhamento de objetos contaminados com fluídos.
Os principais sintomas da doença são: o surgimento de lesões cutâneas, que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em partes do corpo, aumento dos gânglios linfáticos no pescoço, axila e virilhas, febre, dor de cabeça, calafrios, cansaço e dores musculares.
Já o diagnóstico da Mpox é feito por meio da metodologia de RT-qPCR (Reação em Cadeia da Polimerase com Transcrição Reversa e Quantificação), ou seja, é feito um teste molecular ou sequenciamento genético em laboratório. A SES orienta que, aos primeiros sinais e sintomas, é preciso buscar atendimento médico com urgência.
O tratamento contra a doença é focado em cuidados com a erupção cutânea, controle da dor e prevenção de complicações. Ainda não há medicamentos aprovados especificamente para o tratamento da Mpox. Diante disso, as autoridades de saúde podem recomendar terapias baseadas na análise do benefício-risco, considerando o contexto e a gravidade do quadro clínico.