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Nível de reservatório da barragem do Manso é o menor dos últimos dois anos em MT

Nível de reservatório da barragem do Manso é o menor dos últimos dois anos em MT

A barragem da Usina Hidrelétrica de Manso, em Chapada dos Guimarães, região metropolitana de Cuiabá, passou por uma vistoria da Defesa Civil, nesta quinta-feira (13), e o nível do reservatório está menor se comparado a dois anos anteriores, no mesmo período.

Foi constatado pela equipe que o nível do reservatório está dentro da normalidade, em uma altura de 282 metros em relação ao nível do mar, considerado é em nível de segurança.

De acordo com a Polícia Civil, a capacidade máxima de operação da usina é de 287 metros.

Neste momento, a usina está trabalhando com 25% da sua capacidade, com uma turbina em operação. A hidrelétrica conta com quatro turbinas, três delas estão paradas.

Segundo a equipe de vistoria, não há risco de transbordamento e nem de rompimento da barragem, e por isso, não apresenta risco para a população.

Baixo nível do reservatório

No ano passado, a Usina de Manso, estava operando com 19% da capacidade total devido ao baixo nível do reservatório no período de estiagem na capital. A capacidade máxima da usina é de 210 megawatt e, atualmente, a produção média é de 40 megawatt.

De acordo com a Furnas Centrais Elétricas, o reservatório está com uma elevação de 279,46 metros, o que representa um volume de 14,63% do total.

Reservatório de Manso atinge 427 km² de dois municípios de MT — Foto: Assessoria/Furnas

Reservatório de Manso atinge 427 km² de dois municípios de MT — Foto: Assessoria/Furnas

Usina do Manso

A Usina de Manso, construída em parceira com a iniciativa privada, está localizada no Rio Manso, principal afluente do Rio Cuiabá.

Com potência instalada de 210 MW, a usina foi projetada para atender ao conceito de usos múltiplos do reservatório e da água. Entre os benefícios do aproveitamento múltiplo de manso, destaca-se o de regularizar os ciclos de cheias e secas do Rio Cuiabá, contribuindo para reduzir os danos socioeconômicos.

Fonte: G1

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