Após doze dias de angústia e incertezas, o corpo do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, 25 anos, foi encontrado nesta quinta-feira (8) em Várzea Grande. A descoberta foi confirmada pela Polícia Civil, que já está conduzindo investigações sobre o caso e prendeu um suspeito de envolvimento no desaparecimento do jovem.
H2: Homenagem emocionante do irmão Bruno Humberto, irmão gêmeo de Breno, expressou sua dor e saudade em uma postagem nas redes sociais. Ele compartilhou fotos e mensagens emocionantes, agradecendo ao irmão e prometendo um reencontro no futuro. “Obrigado por tudo. Eu te prometi e eu cumpri. Me espere daí de cima, Billy!! Vamos nos reencontrar, meu maior grande amor. Te amo aqui e além”, escreveu Bruno. A identificação do corpo será confirmada por meio de exames da Politec, embora tatuagens visíveis indiquem que se trata de Breno.
H2: Prisão do suspeito O serralheiro Elias Samuel Delgado da Silva, conhecido como Elias Bigode, foi preso na mesma data em que o corpo foi encontrado. Ele já havia se apresentado à polícia para prestar esclarecimentos e entregou seu celular, mas nega qualquer envolvimento no caso. “Se seu medo era ser exposto sinto muito. Que Deus tenha piedade de você. Você levou metade de mim e agora é conhecido por matar uma pessoa que ia expor suas atitudes”, desabafou Bruno sobre Elias após a prisão.
H3: Desaparecimento e busca Breno desapareceu na noite de 26 de setembro, após sair de casa para tomar um sorvete e pegar carona com um motociclista. Desde então, a família mobilizou as redes sociais para tentar encontrá-lo. Bruno relatou que, após a saída de Breno, receberam mensagens suspeitas de uma pessoa alegando estar em Cuiabá, mas que não soavam como o irmão. A situação se agravou quando perceberam que o iCloud de Breno fora acessado irregularmente.
H2: O local do corpo e investigações O corpo de Breno foi encontrado em um banhado em área de mata, na região do bairro 13 de setembro, em Várzea Grande, e estava em estado avançado de decomposição. A identificação oficial está em andamento, mas as tatuagens visíveis dão indícios da identidade. A prisão de Elias Bigode, que ocorre em um contexto de busca intensa, levanta questões sobre o que realmente aconteceu nos dias que antecederam o desaparecimento do professor.
A tragédia que envolve a família Humberto e a cidade de Várzea Grande destaca a importância da investigação policial e a solidariedade em tempos de dor. A expectativa agora é que a justiça seja feita e que a memória de Breno seja honrada.
Fonte: Brasil MT







