Na última terça-feira (13), o Tribunal do Júri de Várzea Grande absolveu Alderi Junior Pereira Quebim, acusado de matar seu padrasto, Leodir Evelasio de Almeira Lara, de 58 anos. O caso remonta a dezembro de 2022, quando Genésia Maria Pereira, mãe de Alderi, foi morta com um tiro de espingarda, e Leodir, considerado o principal suspeito, foi encontrado agredido e morto posteriormente.
H2>Contexto do Crime
O assassinato de Genésia ocorreu em 26 de dezembro de 2022, no bairro Vitória Régia, em Várzea Grande. A Polícia Civil inicialmente apontou Leodir como o responsável pela morte da mulher. Após o crime, ele foi encontrado com ferimentos graves, incluindo lesões no tórax e no abdômen, além de fraturas faciais, e não sobreviveu após ser socorrido.
H3>Julgamento e Decisão
Alderi respondia por homicídio simples, conforme o artigo 121 do Código Penal. Durante o julgamento, apesar de os jurados reconhecerem a existência do crime e a autoria, decidiram pela absolvição de Alderi. O juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal, acatou a decisão do júri e isentou o réu das custas processuais. Tanto o Ministério Público quanto a defesa informaram que não pretendiam recorrer da decisão, levando ao trânsito em julgado do caso.
H2>Consequências e Implicações
O desfecho deste caso levanta questões sobre a dinâmica familiar e as consequências de tragédias que envolvem múltiplas perdas. Alderi, ao ser absolvido, encerra um capítulo de intenso sofrimento e confusão, mas o impacto emocional e social desse crime ainda ecoa na comunidade.
A absolvição de Alderi Junior reflete as complexidades do sistema judicial em casos que envolvem crime familiar, onde os laços de sangue e as tragédias pessoais se entrelaçam em meio à busca por justiça.
Fonte: Brasil MT







