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Vereadores discutem em sessão após operação do Gaeco por compra de votos na eleição da Câmara de Várzea Grande; vídeo

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Vereadores discutem em sessão após operação do Gaeco por compra de votos na eleição da Câmara de Várzea Grande; vídeo

Vereadores discutem em sessão após operação do Gaeco por compra de votos na eleição da Câmara de Várzea Grande; vídeo

Wanderley Cerqueira e Bruno Rios protagonizaram um bate-boca na abertura da sessão da Câmara de Várzea Grande, horas após operação do Gaeco que teve 15 vereadores entre os alvos.

Os vereadores Wanderley Cerqueira (MDB), presidente da Câmara de Várzea Grande, e Bruno Rios bateram boca na abertura da sessão desta terça-feira (20), horas após uma operação do Gaeco que teve 15 parlamentares entre os alvos de uma investigação sobre suspeita de compra de votos na eleição da Mesa Diretora.

Wanderley Cerqueira e Bruno Rios bateram-boca na abertura da sessão da Câmara de Várzea Grande, horas após operação do Gaeco que teve 15 vereadores entre os alvos. – Foto: Reprodução

Wanderley havia aberto a sessão e convidado o vereador Sardinha para fazer a leitura de um versículo da Bíblia. Enquanto tomava café, o presidente da Câmara começou a conversar com Bruno Rios, e o diálogo ganhou um tom de discussão.

“Não tem nada a ver com isso, não. Para, Wanderley. Eu sou responsável pelos meus atos, não pelos de vocês”, afirmou Bruno, visivelmente irritado.

Em outro trecho atribuído ao desentendimento, são ouvidas as frases “Você vai me pagar” e “Você vai saber na hora certa”. O contexto completo dessas declarações ainda precisa ser confirmado. Veja vídeo:

Operação investiga suspeita de compra de votos

A discussão ocorreu no mesmo dia em que o Gaeco deflagrou uma operação para investigar suspeitas de compra de votos na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.

Ao todo, foram expedidas 30 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão. Não houve mandados de prisão nesta fase.

A investigação apura possíveis irregularidades na votação de 14 de maio, que reconduziu Wanderley Cerqueira à presidência da Câmara por 12 votos a 11.

A eleição para o biênio 2027-2028 já havia sido anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da escolha da Mesa Diretora.

Não há confirmação de que a discussão entre Wanderley e Bruno tenha sido motivada diretamente pela operação. A inclusão de parlamentares entre os alvos da investigação não significa comprovação de envolvimento em crimes.

Ilde Taques e Alex Rodrigues, vereadores por Cuiabá, também foram alvos de operação. – Foto: Câmara de Cuiabá

Além de Wanderley Cerqueira, também foram alvos da operação os vereadores de Várzea Grande Gisa Barros, Rogerinho Dakar, Cilço da Cruz, Braz Jaciro, Alecsand Moreira, Wender Silva, Denival Galibert, Miguel Junior, Lucélia Oliveira, Kleberton Feitoza, Raul Coelho Curvo e Emerson César.

Em Cuiabá, os vereadores Ilde Taques e Alex Rodrigues também foram incluídos na ação. Entre os servidores investigados estão a diretora financeira da Câmara, Lorineide Inhan, e o secretário legislativo Samir Katumata. A operação apura suspeitas de compra de votos na eleição da Mesa Diretora, mas a inclusão entre os alvos não significa comprovação de envolvimento em crimes.

Leia mais

  1. Quem são os vereadores e servidores alvos de operação por compra de votos em Várzea Grande

  2. Após STF anular eleição, Câmara de Várzea Grande ainda não tem data para nova disputa

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Fonte: Politica

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